6 meses de Casa da Memória de Guimarães

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A equipa que me acompanhou nestes 6 meses dedicados à Memória de Guimarães: Francisco Brito (história), Ana Bragança (património), Sofia Romualdo (museologia e curadoria). Ainda não terminou, mas falta apenas um mês. :)

Um obrigada aos três, fomos uma equipa exemplar.

Habitar Portugal > Mesa Redonda

11 JUL 18h00, Habitar Portugal, em Abrantes [Cineteatro São Pedro, no âmbito do 180 Creative Camp]
organizado por: Luis Tavares Pereira [comissário Habitar Portugal]

com:
Inês Moreira > Cabincrew/FBAUP
Fernando Sanchez Salvador e Margarida Grácio Nunes> fssmgn arquitectos
Pedro Campos Costa > Campos Costa Arquitectos
Pedro Costa > MODO arquitectos
+ info > http://www.habitarportugal.org/ > http://180.camp/abrantes2015/

HP1214_Cartaz_Abrantes

Intervalo

O tempo é menos que pouco e as plataformas são mais que muitas, pelo que este site/blog tem estado esquecido e desactualizado. Os próximos post vão actualizar as actividades em curso, tanto as minhas actividades individuais como as actividades que a Cabincrew, a minha empresa, estão a desenvolver. Espero ainda em 2015 ter um site completo com o meu trabalho curatorial, de investigação, de cenografia bem como a programação e produção cultural na qual vou estando envolvida. Até já.

Curatorial text – Technical Unconscious

Technical Unconscious

Technical Unconscious é um projecto cultural e de investigação multidisciplinar desenvolvido pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, que reactiva os espaços pós-industriais da Cooperativa dos Operários Pedreiros do Porto no ano do seu Centenário, é dirigido por Gonçalo Leite Velho e tem curadoria de Inês Moreira. O projecto curatorial procura activar um percurso imersivo através da produção técnica e analógica, bem como do conhecimento incorporado e inconsciente que transportamos – artistas residentes e visitantes.

Estabelecendo ligações entre o conceito geral do projecto e os espaços devolutos da antiga fábrica da Cooperativa dos Pedreiros, os trabalhos artísticos comissariados exploram técnicas, ferramentas e materiais “anacrónicos” encontrados nos espaços, trazendo-os à superfície. Os processos de trabalho dos convidados iniciam-se com trabalho de campo e, tal como um mind-map ou um circuito de sílica, estabelecem ligações entre si, com os espaços e com as histórias do local. Os projectos interligam-se em oito nós: edifício/local, pós-industrialidade, material/maquinaria, ciência/conhecimento, high-tech, memória/arquivo, low-tech/manualidade e inconsciente.

A activação ocorre em quatro momentos: as iniciais residências longas em 2013 – John Grzinich, Joana&Mariana, Manuel Granja e Arquivo de Pós-Materiais – que permitiram o trabalho de campo na fábrica e na sede da Cooperativa abrindo o conhecimento dos arquivos, dos espaços e das pequenas histórias em volta da produção na Cooperativa. Num segundo momento, ao longo do Verão e Outono de 2014, uma sequência de residências de três semana traz ao Porto os restantes autores – Hiwa K, Daniele Sambo, Linda Brothwell, Cora Piantoni, Iztok Kovac, Moisés Manãs, Tomaz Furlan, Guidi + Racco, Relli De Vries – para desenvolverem projectos in-situ individuais ou em colaboração com a comunidade. Ao longo do Outono, o projecto é amplificado por artist talks, performances, workshops e visitas guiadas. Por fim, apresenta-se uma exposição pública, num percurso imersivo ao longo de seis zonas seleccionadas do complexo da Cooperativa dos Pedreiros, revelando os trabalhos artísticos e os espaços de trabalho técnico – da sala de desenho, às oficinas, ao auditório, ao hangar, e ao museu existente. (IM, 2014)

http://www.softcontrol.fba.u.pt

http://www.facebook.com/technicalunconsciousproject

Mapeamento Colectivo de zonas e espaços (im)potentes do Porto

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Mapeamento Colectivo de zonas e espaços (im)potentes do Porto

As cidades incorporam dinâmicas que as fazem mudar, com o tempo uma cidade portuária adapta-se ao turismo, uma cidade industrial adapta-se aos serviços, uma cidade degradada rejuvenesce. Entre a pressão do mercado imobiliário, as característica geográficas do terreno, entre a crise financeira e as novas economias, uma cidade desdobra-se em múltiplas realidades. Porém, a par da renovação de zonas mais nobres, diversas condições convivem numa mesma cidade, crescimento/contracção, investimento/repulsa, demolição/construção são alguns dos binómios que explicam o abandono do edificado e a pobreza do tecido social, económico e cultural de certas zonas.

O nosso mapeamento colectivo é uma reflexão crítica e propositiva sobre a cidade. Com base na experiência subjectiva dos participantes do workshop reunidos em volta de um mapa camarário da Cidade do Porto, registaremos diferentes zonas e espaços focando-nos tanto nas suas potencialidades como nas suas impotências. Numa primeira fase, mapearemos os contrastes de diversas zonas e caracterizaremos as suas dificuldades, numa segunda fase, registaremos zonas e (se possível) edifícios e espaços vazios, ou subaproveitados, apontando novos usos e outras ocupações, mapeando a potencialidade escondida por entre os interstício​s​ urbanos. Nota: o centro histórico fica excluído!

O workshop será conduzido por Inês Moreira e Mariana Pestana, no contexto da residência Homeland, e terá por base a iconografia de Mapeamento Colectivo desenvolvida pelo Colectivo argentino Iconoclasistas, cedido para o efeito.

Quando: Domingo 20 de Julho 2014, das 16h-20h

Onde: Avenida dos Aliados nº 66, Porto (Projecto Homeland)

Quem: Habitantes de diversas zonas da Cidade do Porto e outros curiosos. Acesso livre, até 15 participantes activos.

Mais info:

thinkingtransitory.blogspot.pt

devirmenor2012guimaraes.com/2012/05/07/cartografias-colectivas

www.petitcabanon.org

www.iconoclasistas.net/post/manual-de-mapeo-colectivo-en-pdf