Revista Arqa 112

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Ruínas Habitadas é o novo número da revista Arqa. Parece ser um belíssimo número ende tenho a sorte de ter incluído o meu artigo: Após a Fábrica, novas abordagens aos fragmentos e ruínas pós-industriais. http://www.revarqa.com/content/1/1395/apos-fabrica/

E também vi que a cenografia que desenvolvi para o Projecto Terminal em 2005 ilustra o artigo da Sandra Vieira Jurgens: Usos e recursos da arte contemporânea, Instalações fabris, economia e estética do abandono na era pós-industrial. http://www.revarqa.com/content/1/1393/usos-recursos-arte-contempornea/

Rev Arqa #111 sobre Objectos Indefinidos

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O meu artigo “Backstages e processualidade, Da curadoria e instalação de projetos efémeros” está publicado na Revista Arqa # 111, sobre Objectos Indefinidos, um belíssimo número dedicado a uma panóplia muito diversa de projectos de arquitectura. O meu está linkado, em parte, aqui: http://www.revarqa.com/content/1/1385/backstages-processualidade/

Também está mencionada a exposição Constructeurs Insatiables, em parte, aqui: http://www.revarqa.com/content/1/1377/constructeurs-insatiables/

E ambos estão na íntegra na versão papel da revista.

Mapa de Jovens Práticas Espaciais

André Guedes . André Tavares + Opúsculos . Ângela Ferreira . atelier base . ateliermob . ateliers de santa catarina . auzprokect + José Miguel Gervásio . Catarina Simão . Cirurgias Urbanas . Cláudia Martinho . Dieter Lesage . Filipe Balestra + Urban Nouveau . freespeech . João Afonso . João Martins + Visões Úteis . José Capela + mala voadora . José Pedro Sousa . Manuel Henriques . Marcin Szczelina . Os Espacialistas . Paulo Moreira . Pedro Homem de Gouveia . Pedro Jordão . pecha kucha night lisbon . pecha kucha night porto . Revista Conditions . Revista Detritos . Rita Palma . Susana Ventura . Tiago Castela . Tiago Hespanha . Urban Future Organization + Eduardo de Oliveira Barata . Vasco Mourão

Mapa de Jovens Práticas Espaciais [arqs_pt] / A21

Carl Cheng, Santa Monica Art Tool, 1988

“Desde já, o Mapa de Jovens Práticas Espaciais não é um mapa de estradas e caminhos da jovem arquitectura, não oferece um sistema definitivo de orientação, não propõe uma organização do território da Arquitectura, e, sobretudo, não bidimensionaliza a multiplicidade de actividades e posturas. Pelo contrário, estas práticas tornam problemáticos os contornos do campo da arquitectura, intricando-os com diversos campos entendidos como “extradisciplinares”, isto é, as exterioridades da arquitectura como a política urbana e a filosofia, ou a performance e a organização de eventos. Este mapa, propõe incorporar actividades dispersas e diversas, muitas com pouca visibilidade pública, nem todas identificáveis com a “prática profissional ou projectual do arquitecto”, e redistribui-las, apelando à imaginação e à inventividade de quem o lê.” IM_10

Mapa de Jovens Práticas Espaciais [arqs_pt] / texto-e-edição-in-progress para Revista A21 de Março 2010